O ensino no Brasil está realmente defasado, principalmente quando em relação a escolas públicas. Eu frequentei o Colégio Estadual do Paraná que é, supostamente, o melhor colégio público do estado do Paraná e, de fato, grande parte do que aprendi lá não foi dentro da sala de aula. Porém, esse texto não tem como objetivo criticar o ensino escolar brasileiro e sim o ensino da escola da vida.
Nos falta mesmo é o ensino da vida, o ensino de como viver em sociedade. Nós brasileiros simplismente não sabemos a importância de protestos, greves, manifestos e outros, principalmente em Curitiba. O que realmente nos falta é aquela noção que deveria ser nos dada através não só da parte materna/paterna, como através da própria sociedade em si. Temos preguiça de protestar, preferimos pensar que aquilo simplismente não funcionará e que, portanto, é melhor ficar em casa e ver um filme.
Nos falta ímpeto e vontade para mudar, as mudanças não começam com melhoras nas escolas e sim com melhoras na nossa participação e força política, porque apartir dai somos capazes de conseguir com que melhorem as outras coisas. A história prova que o povo tem um enorme poder, porém nos preferimos criticar os políticos do sofá de casa.
Não somos um povo unido da maneira que deveriamos e essa falta de união tira todo nosso poder, nos deixa sujeitos a palavra de um pequeno grupo que escolhe por todos sem se quer levar nossas vontades em consideração, pois sabem que nada será feito a respeito.
Acredito que esse seja um dos principais motivos do atual estacionamento da nossa qualidade de vida. O Brasil está entre os países com maior custo de vida e isso não é necessariamente ruim, o que é ruim é que normalmente os países com maior custo de vida costumam ter maior renda per capita, o que não acontece no nosso caso.
Ainda por cima reclamamos quando há greve, insultamos os que fazem greve quando de fato eles é que estão certos. Enquanto nós cruzamos os braços e aceitamos a injustiça eles tentam lutar por uma melhoria, por algo a mais.
We sit by the window and watch the whole world change wishing we would too, yet we don't move.
não são verdades, são apenas pensamentos vagos sobre assuntos aleatórios;
sexta-feira, 22 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
...parece ser, é? parece!
To extremamente ancioso para minha viagem e não consigo dormir então me desculpem se não tiver bem escrito ou confuso.
Recentemente conversei com meus amigos sobre o que cada um pensava/via no outro alguns anos atrás, quando nos conhecemos e estudávamos juntos. É engraçado saber o que as pessoas pensavam de você, porque com o tempo crescemos, mudamos e como estamos mais longe, podemos olhar para quem éramos e realmente saber quais eram nossos defeitos/virtudes e apartir disso fazer comparações. Será que o que pensavam de você é realmente o que você era? Será que os defeitos que os outros viam em você eram realmente os defeitos que você tinha?
A minha experiência foi que, curiosamente, todos me viam da mesma maneira e eu, olhando para trás agora e vendo quem eu era, lembrando dos meus medos, vergonhas e sentimentos em geral, pude perceber que o que eu realmente era não estava nem próximo do que os outros pensavam de mim. É incrível como podemos, involuntariamente, passar impressões totalmente diferentes do que somos/sentimos. A verdade é que palavras são delicadas, uma frase pode significar mais que milhões... especialmente quando ela é ruim. Alguém pode dizer 1823098 vezes "te amo", mas basta um "te odeio" para que a pessoa não se lembre deles.
Voltando a minha experiência o que aconteceu foi que me disseram que eu me "achava" (tentava me fazer parecer melhor) por saber inglês, o que de fato não é verdade, o fato é que eu tinha muita vergonha de se quer falar inglês ou mencionar o fato de que eu falava fluentemente. Por mais que alguns desses meus amigos leiam isso e pensem: "não ele realmente se achava", a verdade é que por mais que pudesse parecer assim, não era o que de fato acontecia, eu aliás vejo o meu eu daquela época com muito mais defeitos e esse não é um deles...
As vezes analisamos os outros tomando mais em conta nós mesmos do que a própria pessoa a ser analisada. As impressões que temos apartir destas conclusões as vezes são fortemente marcadas, de forma que tomamos aquilo como realidade, mesmo que tenha sido fruto de uma análise não muito fiel. Por isso sempre tentei falar o mínimo possível dos outros, pois os mesmos defeitos que você vê neles, eles podem ver em você. Aparências são mesmo traiçoeiras, o melhor a se fazer é observar e tentar não parecer igual, mas a verdade é que sempre vão encontrar algum defeito, por mais que aquele não seja um defeito realmente seu. Ninguém é perfeito, ao menos não aos olhos de todos.
O que pensamos dos outros e o que os outros pensam de nós é, de fato, um mistério. Por mais evidente que possa parecer, a verdade pode ser exatamente o oposto, isso é o que torna a psicologia tão intrigante...
As pessoas que aparentam ser as mais fortes podem ser as mais fracas e vice-versa. Nem tudo é o que parece, nem tudo parece o que é...
Recentemente conversei com meus amigos sobre o que cada um pensava/via no outro alguns anos atrás, quando nos conhecemos e estudávamos juntos. É engraçado saber o que as pessoas pensavam de você, porque com o tempo crescemos, mudamos e como estamos mais longe, podemos olhar para quem éramos e realmente saber quais eram nossos defeitos/virtudes e apartir disso fazer comparações. Será que o que pensavam de você é realmente o que você era? Será que os defeitos que os outros viam em você eram realmente os defeitos que você tinha?
A minha experiência foi que, curiosamente, todos me viam da mesma maneira e eu, olhando para trás agora e vendo quem eu era, lembrando dos meus medos, vergonhas e sentimentos em geral, pude perceber que o que eu realmente era não estava nem próximo do que os outros pensavam de mim. É incrível como podemos, involuntariamente, passar impressões totalmente diferentes do que somos/sentimos. A verdade é que palavras são delicadas, uma frase pode significar mais que milhões... especialmente quando ela é ruim. Alguém pode dizer 1823098 vezes "te amo", mas basta um "te odeio" para que a pessoa não se lembre deles.
Voltando a minha experiência o que aconteceu foi que me disseram que eu me "achava" (tentava me fazer parecer melhor) por saber inglês, o que de fato não é verdade, o fato é que eu tinha muita vergonha de se quer falar inglês ou mencionar o fato de que eu falava fluentemente. Por mais que alguns desses meus amigos leiam isso e pensem: "não ele realmente se achava", a verdade é que por mais que pudesse parecer assim, não era o que de fato acontecia, eu aliás vejo o meu eu daquela época com muito mais defeitos e esse não é um deles...
As vezes analisamos os outros tomando mais em conta nós mesmos do que a própria pessoa a ser analisada. As impressões que temos apartir destas conclusões as vezes são fortemente marcadas, de forma que tomamos aquilo como realidade, mesmo que tenha sido fruto de uma análise não muito fiel. Por isso sempre tentei falar o mínimo possível dos outros, pois os mesmos defeitos que você vê neles, eles podem ver em você. Aparências são mesmo traiçoeiras, o melhor a se fazer é observar e tentar não parecer igual, mas a verdade é que sempre vão encontrar algum defeito, por mais que aquele não seja um defeito realmente seu. Ninguém é perfeito, ao menos não aos olhos de todos.
O que pensamos dos outros e o que os outros pensam de nós é, de fato, um mistério. Por mais evidente que possa parecer, a verdade pode ser exatamente o oposto, isso é o que torna a psicologia tão intrigante...
As pessoas que aparentam ser as mais fortes podem ser as mais fracas e vice-versa. Nem tudo é o que parece, nem tudo parece o que é...
sábado, 2 de julho de 2011
doorgas e felicidade!
Basicamente, tudo o que o ser humano faz tem como base a busca pela felicidade/sobrevivência. Estamos numa rotina eterna em busca da felicidade e sequer sabemos o que ela é, o que ela significa e qual a consequência dessa busca.
O felicidade é a droga mais potente. Você já percebeu que momentos de felicidade tendem a ser extremamente passageiros e que logo em seguida vem aquela vontade de mais uma dose? A tristeza em si nada mais é do que a resposta do nosso organismo quando está em falta dessa droga para que assim procuremos por mais e mais, entrando em um ciclo sem fim. Felicidade e alegria são opostos porém dependem um do outro. Somos feitos de contrastes, não existe o bonito sem o feio, o bom sem o ruim.
Muitos não conseguem perceber esse contraste, fogem do que as deixa triste sendo que muitas vezes isso é o que mais as pode fazer feliz. Na verdade o segredo para todos os relacionamentos (de todos os tipos) reside na relação entre esse contraste.
No final das contas, entender a felicidade é saber que, para que possa existir a saciedade, tem que existir a fome. A fome nada mais é do que um sentimento específico de tristeza e a saciedade um sentimento específico de alegria. Sabemos institivamente que, quando sentimos fome, temos que comer. Sabemos institivamente que, quando estamos triste, temos que buscar por algo que traga alegria.
Believing that the dots will connect down the road will give you the confidence to follow your heart even when it leads you off the well-worn path [Steve Jobs].
O felicidade é a droga mais potente. Você já percebeu que momentos de felicidade tendem a ser extremamente passageiros e que logo em seguida vem aquela vontade de mais uma dose? A tristeza em si nada mais é do que a resposta do nosso organismo quando está em falta dessa droga para que assim procuremos por mais e mais, entrando em um ciclo sem fim. Felicidade e alegria são opostos porém dependem um do outro. Somos feitos de contrastes, não existe o bonito sem o feio, o bom sem o ruim.
Muitos não conseguem perceber esse contraste, fogem do que as deixa triste sendo que muitas vezes isso é o que mais as pode fazer feliz. Na verdade o segredo para todos os relacionamentos (de todos os tipos) reside na relação entre esse contraste.
No final das contas, entender a felicidade é saber que, para que possa existir a saciedade, tem que existir a fome. A fome nada mais é do que um sentimento específico de tristeza e a saciedade um sentimento específico de alegria. Sabemos institivamente que, quando sentimos fome, temos que comer. Sabemos institivamente que, quando estamos triste, temos que buscar por algo que traga alegria.
Believing that the dots will connect down the road will give you the confidence to follow your heart even when it leads you off the well-worn path [Steve Jobs].
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